Unidades
de Conservação
Um dos meios mais eficientes para conservar a biodiversidade natural de algumas áreas, mantendo seus recursos genéticos, hídricos e edáficos, são as Unidades de Conservação. Além de proteger e conservar o meio ambiente local, algumas podem ser usadas como fontes para pesquisas.
Um dos meios mais eficientes para conservar a biodiversidade natural de algumas áreas, mantendo seus recursos genéticos, hídricos e edáficos, são as Unidades de Conservação. Além de proteger e conservar o meio ambiente local, algumas podem ser usadas como fontes para pesquisas.
Elas dividem-se:
Grupo de Proteção
Integral
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Grupo de Uso Sustentável
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Reserva Ecológica (REBIO)
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Área de
Relevante Interesse Ecológico (ARIE)
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Parque Nacional (PARNA)
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Floresta
Nacional (FLANA)
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Monumento Natural (MN)
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Reserva
Extrativista (RESEX)
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Refúgio de Vida Silvestre (REVIS)
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Reserva de
Fauna (REFAU)
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Estação Ecológica (ESEC)
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Reserva de
Desenvolvimento Sustentável (RDS)
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Reserva
Particular do Patrimônio Natural (RPPN)
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Área de
Proteção Ambiental (APA)
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Mais informações:
http://www.uab.furg.br/pluginfile.php/55301/mod_resource/content/1/Eixo%205%20-%20Tabela%20das%20Unidades%20de%20Conserva%C3%A7%C3%A3o.pdf
O estado do Rio Grande do Sul apresenta cerca de 1,90 % de seu território comprometido com Unidades de conservação federais e estaduais, o que corresponde a 531.009,75 ha, sendo:
http://www.uab.furg.br/pluginfile.php/55301/mod_resource/content/1/Eixo%205%20-%20Tabela%20das%20Unidades%20de%20Conserva%C3%A7%C3%A3o.pdf
O estado do Rio Grande do Sul apresenta cerca de 1,90 % de seu território comprometido com Unidades de conservação federais e estaduais, o que corresponde a 531.009,75 ha, sendo:
Unidade de Conservação
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Categoria
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Quantidade
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Parques
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17
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Reserva Biológicas
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6
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Estações ecológicas
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3
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Florestas Nacionais
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3
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APAs
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3
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Refúgio de Vida Silvestre
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2
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Total 34
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Dessas três Estações ecológicas, uma localiza-se nos município de Santa
Vitoria do Palmar (70%) e Rio Grande (30%):
A estação ecológica
do Taim
Monitorada pelo
Instituo Chico Mendes com o intuito a preservação da natureza e a realização de
pesquisas científicas. É permitido apenas o uso indireto de recursos naturais,
sem que sejam destruídos, são permitida visitas com fins educativo, seguindo o regulamento
específico desta categoria, e as pesquisas no local necessitam da autorização
do instituto.
Criada
em junho de 1979.
Diploma
legal da criação: Dec. nº 92.963, de 21 de julho de 1986.
Localização:
Extremo sul do Brasil, BR 471 -
aproximado ao Km 498, municípios de Santa Vitória do Palmar e Rio
Grande.
Área:
34.000 hectares.
Bioma
Marinho costeiro e Pampa.
Clima
Subtropical, quatro estações bem definidas, verão quente e inverno muito frio.
Fauna:
capivaras, jacaré-de-papo-amarelo, lontra, ratões do banhado, tartarugas,
tachá, garça-vaqueira, biguá, joão-de-barro, tuco-tuco, marrecão, entre muitos
outros.
Vegetação:
banhados, lagoas, praias e dunas litorâneas.
Finalidade
e descrição: é a preservação de um grande viveiro natural de animais e
vegetais, na região são encontradas flora e fauna nativas abundantes, é um
importante berçário das aves migratórias. Algumas viajam milhares de
quilômetros, provenientes da região Ártica ou Antártida. Além das aves, este
ambiente favorável abriga a maior variação
de mamíferos do Brasil.
Evolução do nº de Unidades de Conservação criadas no RS
Fonte: IBAMA; SEMA/FEPAM e FZB.
Nota: Foram incluídos no período 2000-2010, 3 UCs municipais sem informação de data de criação: Parque Municipal Antônio Prado; Reserva Florestal Fauna de Guaporé e Parque Municipal de Novo Hamburgo.
Fonte: IBAMA; SEMA/FEPAM e FZB.
Nota: Foram incluídos no período 2000-2010, 3 UCs municipais sem informação de data de criação: Parque Municipal Antônio Prado; Reserva Florestal Fauna de Guaporé e Parque Municipal de Novo Hamburgo.
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