quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Unidades de Conservação - Por Mariel Oliveira e Letícia Fernandes

Unidades de Conservação
          Um dos meios mais eficientes para conservar a biodiversidade natural de algumas áreas, mantendo seus recursos genéticos, hídricos e edáficos, são as Unidades de Conservação. Além de proteger  e conservar o meio ambiente local, algumas podem ser usadas como fontes para pesquisas.

              Elas dividem-se:
Grupo de Proteção Integral
Grupo de Uso Sustentável


Reserva Ecológica (REBIO)
Área de Relevante Interesse Ecológico (ARIE)
Parque Nacional (PARNA)
Floresta Nacional (FLANA)
Monumento Natural (MN)
Reserva Extrativista (RESEX)
Refúgio de Vida Silvestre (REVIS)
Reserva de Fauna (REFAU)
Estação Ecológica (ESEC)
Reserva de Desenvolvimento Sustentável (RDS)

Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN)

Área de Proteção Ambiental (APA)

Mais informações:
http://www.uab.furg.br/pluginfile.php/55301/mod_resource/content/1/Eixo%205%20-%20Tabela%20das%20Unidades%20de%20Conserva%C3%A7%C3%A3o.pdf


    O estado do Rio Grande do Sul apresenta cerca de 1,90 % de seu território comprometido com Unidades de conservação federais e estaduais, o que corresponde a 531.009,75 ha, sendo:

Unidade de Conservação
Categoria
Quantidade
 Parques
17
Reserva Biológicas
6
Estações ecológicas
3
Florestas Nacionais
3
APAs
3
Refúgio de Vida Silvestre
2
Total                                                                34

Dessas três Estações ecológicas, uma localiza-se nos município de Santa Vitoria do Palmar (70%) e Rio Grande (30%):

A estação ecológica do Taim
     Monitorada pelo Instituo Chico Mendes com o intuito a preservação da natureza e a realização de pesquisas científicas. É permitido apenas o uso indireto de recursos naturais, sem que sejam destruídos, são permitida visitas com fins educativo, seguindo o regulamento específico desta categoria, e as pesquisas no local necessitam da autorização do instituto.

Criada em junho de 1979.


Diploma legal da criação: Dec. nº 92.963, de 21 de julho de 1986.

Localização: Extremo sul do Brasil, BR 471 -  aproximado ao Km 498, municípios de Santa Vitória do Palmar e Rio Grande.
Área: 34.000 hectares.

Bioma Marinho costeiro e Pampa.

Clima Subtropical, quatro estações bem definidas, verão quente e inverno muito frio.

Fauna: capivaras, jacaré-de-papo-amarelo, lontra, ratões do banhado, tartarugas, tachá, garça-vaqueira, biguá, joão-de-barro, tuco-tuco, marrecão, entre muitos outros.

Vegetação: banhados, lagoas, praias e dunas litorâneas.

Finalidade e descrição: é a preservação de um grande viveiro natural de animais e vegetais, na região são encontradas flora e fauna nativas abundantes, é um importante berçário das aves migratórias. Algumas viajam milhares de quilômetros, provenientes da região Ártica ou Antártida. Além das aves, este ambiente favorável abriga a maior variação de mamíferos do Brasil.

Evolução do nº de Unidades de Conservação criadas no RS
Unidades de Conservação - Foto 1 
Fonte: IBAMA; SEMA/FEPAM e FZB.
Nota: Foram incluídos no período 2000-2010, 3 UCs municipais sem informação de data de criação: Parque Municipal Antônio Prado; Reserva Florestal Fauna de Guaporé e Parque Municipal de Novo Hamburgo.


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